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Sabiam que as mulheres poderosas traem como homens? Segundo um estudo feito, o poder é um fator para a infidelidade mais decisivo que o gênero. Mulheres que ocupam as posições de poder são tão propensas a traição quanto os homens. Segundo esse estudo, o poder pode ser um fator mais importante do que o sexo do traidor. Existe uma forte ligação entre o poder e a confiança, e o nível de autoconfiança de uma pessoa é a conexão mais forte entre o poder e a traição. O gênero da pessoa poderosa não tece influencia em infidelidade no passado ou no desejo de ser infiel.  Popularmente os homens são mais propensos a traição do que as mulheres talvez possam ser porque eles simplesmente ocupam o maior espaço e posições de poderes do que as mulheres.  Cada vez mais mulheres ocupam posições de poder e são consideradas iguais aos homens, por isso suposições familiares sobre o comportamento das mesmas podem também mudar. A conseqüência disso é um aumento de comportamentos negativos entre as mulheres, comportamentos que no passado eram mais comuns entre os homens.

Tudo que os homens faziam, coisas que apenas eles tinham direito, e tudo mais, hoje as mulheres com força e garra conquistaram, mas é claro que como tudo na vida e no mundo não tem apenas o lado bom,  as mulheres acabaram acarretando alguns lados ruins dos homens também, essa de traição é uma. Mas claro que não podemos e nem devemos generalizar, ainda há aquelas que se prezam, prezam a família e o marido, fazem ainda o papel de mulher fiel assim como prometeu a ele no altar a frente de todos conhecidos e do padre. Talvez essas são as mais religiosas, levam o que esta na bíblia mais a sério. Homens fiquem espertos, e cuidem do que é seu (moderadamente é claro) hoje já tem muito homossexualismo, mulheres que não se dão muito o respeito e outros que estão preferindo ter extraconjugais.

 

 

As vezes a pessoa fica anos fazendo a faculdade da profissão que ela gosta e claro pretende seguir. Acaba a faculdade começa a trabalhar no ramo, mas não ganha dinheiro como queria ou esperava. E acaba tomando a decisão de trocar de carreira. Se você se encontra nessa situação saiba que isso é muito comum. Alguém que abandona uma profissão que não lhe agrada e procura por algo que dê mais prazer, aparentemente, pode parecer que tem intenções mais nobres do que a pessoa que resolve tomar a mesma atitude, mas por razões financeiras. Será que dinheiro é um motivo legítimo para trocar de profissão?  Cada um vai em busca de seus valores. Muita gente dá mais importância a ter uma vida financeira boa do que procurar uma profissão que traga mais satisfação pessoal. Para estas pessoas a conquista financeira é fundamental. Não há nada de errado com isso. Você não deve se recriminar. Cada momento da vida é pautado por algo importante. Quando uma pessoa toma uma decisão é porque sente necessidade de satisfazer algo que está faltando.  Bons cargos e salários estão diretamente ligados a um elevado nível de cobrança e responsabilidade.
Existem momentos em que a mudança é mais fácil, com certeza. Quanto menos compromissos financeiros a pessoa precisa assumir, melhor, no entanto, que mesmo sendo difícil, sempre é tempo de buscar novos desafios.  Às vezes, dependendo do caso e da situação, é mais viável aproveitar a carreira atual e realizar pequenos ajustes do que recomeçar do zero em outra profissão.

Um alerta: abandonar um emprego para ir em busca de algo diferente representa um grande risco. “O único momento que não possui tanto peso é quando você escolhe sua primeira profissão. Depois disso, a pessoa tende a ter mais responsabilidades com o passar do tempo e o risco de trocar de carreira vai aumentando. Justamente por isso, planejamento é fundamental. Mesmo que dê tudo certo, há a possibilidade de frustrações com a nova escolha. Ninguém pode se iludir e achar que apenas dinheiro irá sustentar uma vida profissional longa. Neste caso, uma saída para aliviar a insatisfação seria procurar uma atividade, em paralelo, que proporcione mais prazer. Algumas das opções são trabalho voluntário, constituir um negócio próprio ou mesmo buscar apoio em alguma crença. Não importa como, o que vale é ter algo em sua vida que traga momentos de felicidade

Podemos dizer que o refluxo virou uma doença da moda. A má alimentação e a obesidade têm aumentado a incidência do problema nos adultos. Até pouco tempo, mães aflitas e preocupadas buscavam informações e tratamento para o refluxo dos bebês. Apesar de aparecer em qualquer idade, os bebês eram as maiores vítimas dessa doença, que provoca azias e queimação por causa do retorno de ácido gástrico do estômago para o esôfago. Hoje, deixou de ser um tema infantil para entrar de vez nas consultas de adultos nos consultórios dos gastroenterologistas.

O problema já atingia adultos, mas a obesidade e os maus hábitos alimentares aumentaram a incidência. Além disso, o estresse da vida moderna agrava os sintomas. Outro fator que contribuiu para o aumento de casos é que conhecemos mais o problema e é por isso estão diagnosticando mais. Para identificar a doença do refluxo os pacientes realizam endoscopias, esofagogramas e pHmetrias – exames que avaliam o estômago, o esôfago e a faringe e medem a quantidade de ácido que sobe do estômago para o esôfago. As endoscopias, primeira e mais comum das avaliações, falham na identificação de 50% dos casos de refluxo. Por isso, o médico não deve desistir da investigação facilmente.

Entre principais causas da doença, estão a hérnia de hiato (alteração na pressão do estômago no esôfago) e o relaxamento do esfíncter inferior do esôfago – esta é a válvula que deveria impedir a circulação do ácido gástrico. O movimento de abre e fecha do esfíncter é natural, porém, às vezes, ele pode ser comprometido. No caso dos bebês, o refluxo temporário ocorre porque eles ainda não têm controle suficiente dos mecanismos. Confundidos pelos sintomas mais freqüentes, muitos pacientes procuram os especialistas acreditando que sofrem de gastrite. Porém, os médicos ressaltam que o refluxo pode estar escondido sob tosses crônicas, pigarros, rouquidão, asma, alterações de sono, dor torácica e até desgaste do esmalte dos dentes. O refluxo tem se tornado uma doença crônica muito comum entre a população.

A primeira receita dada pelos médicos que tratam de pacientes com refluxo gastresofágico é a mudança de hábitos. Os especialistas recomendam refeições mais leves, livres de frituras, condimentos, chocolate, café, chá preto, álcool e refrigerantes. Outra dica importantíssima segundo eles é não passar mais de três horas sem comer. À noite, evitar jantares e, se comer, esperar pelo menos duas horas antes de se deitar. Modificada a dieta, grande parte dos pacientes terá de encarar medicamentos diários, usados para diminuir a quantidade de ácido no estômago. O refluxo é uma doença crônica e cíclica. Os aspectos emocionais influenciam diretamente o controle dos sintomas. Em alguns casos é recomendado cirurgia para corrigir o controle do esfíncter, mas a indicação só serve para quem tem boa resposta aos medicamentos. Além disso, há relatos de que, alguns anos depois, os sintomas podem voltar. A dificuldade é que muitos pacientes querem usar os remédios dois meses e parar, porque se cansam de usá-los. Mas isso não resolve.

 

 

Por que os adesivos “Família Feliz” fazem tanto sucesso? Desenhos dos mais variados modelos, tamanhos, tipos e cores que representam famílias e animais de estimação invadiram o trânsito. Mesmo que você não conheça a pessoa que esta no carro da frente, nunca o viu mas antes, mas sabe que a família dona daquele veículo é formada por um casal, avós, dois filhos, cachorro e um peixinho. Aliás, em muitos semáforos do País é bem provável que não seja apenas um veículo que traga uma história pessoal estampada na lataria, de forma que todos possam ver e saber sobre sua família.

Acho que houve um apelo sentimental. Para muitos, a família é um motivo de orgulho. Por outro lado tem a demonstração de afeto. A ligação sentimental entre os ocupantes do carro e os adesivos esta bem visível também neh. Talvez a moda pegou por orgulho que as pessoas tem de ter a sua família. Pesquisas mostram que o brasileiro valoriza muito pertencer a uma família, a um lar. Esta foi a forma encontrada de se mostrar isso. Outra razão seria a busca por diferenciação que a sociedade demonstra cada vez mais. Muitas pessoas precisam achar uma maneira de ser diferente e personalizar o carro é um caminho. Talvez o sucesso veio pelas crianças influenciararem bastante sobre o produto. Os adesivos são bonitinhos e os filhos adoram ver seus pais, irmãos e bichos de estimação. Acaba virando uma grande diversão para a família.de forma positiva esses adesivos acabaram mostrando de forma divertida o carinho que as pessoas tem pela família ou namoradas,e etc.

Mas nem todos acham que a moda é tão inocente assim. Há aqueles que não gostam dos adesivos, até comunidades em redes sociais já foram criadas. Essas pessoas acham que a atitude de estampar uma representação da própria felicidade familiar no automóvel demonstra o nível de exibicionismo dos tempos atuais. Os adesivos seriam uma conseqüência do movimento já visto nas redes sociais. As pessoas colocam o que estão fazendo em suas páginas em tempo real. O carro é mais uma maneira de mostrar para o mundo algo que deveria ser pessoal. A cultura de hoje tem esse excesso de exposição e exibicionismo.

Não podemos esquecer da segurança, pois quem estiver com intenção de fazer uma assalto por exemplo, saberá quem pode estar dentro do carro.

 

 

As mamães sendo de primeira viagem ou não, acabam cometendo erros de amamentação, talvez por falta de informação. A seguir iremos dar algumas dicas para que você não cai no erro novamente. Bom tanto para a mãe como para o bebê, a amamentação reduz o risco de câncer de ovário, de mama e de osteoporose. Já a criança ganha reforços no desenvolvimento e fica mais protegida contra diabetes, infecções respiratórias e alergias, entre outros problemas. Mas muitas mães desistem de amamentar por conta de dores nos mamilos, insegurança ou falta de orientação adequada. A falta de confiança de si mesma. A tranqüilidade da mãe na hora de amamentar já é um grande passo em direção a um momento prazeroso tanto para a mãe como para o bebê. Se a mulher fica nervosa com as dificuldades comuns ao início, o processo de amamentação pode ser mais trabalhoso. Com tranqüilidade, conforto e confiança, aos poucos mãe e filho vão aprendendo, sem motivos para desespero. Digamos que o leite é produzido no peito e na cabeça. A nutriz precisa confiar nela mesma. A maior prova disso é que toda mulher produz leite, até aquela que adota e não ficou grávida.

Dar de mamar com o bebê sonolento. O processo de amamentação é melhor quando o bebê está acordado, porque ele consegue abrir a boca para pegar o peito de forma correta (abocanhar o mamilo e a maior parte da aréola). Quando está sonolento, geralmente atinge só a pontinha do mamilo. Resultado: não mama direito e em pouco tempo precisará mamar de novo. Para deixar o bebê mais acordado para mamar, a mãe pode manter o ambiente mais iluminado e deixar o bebê com menos roupa, para que se aconchegue e equilibre a temperatura no colo da mãe. Deve sempre prestar atenção no bebê durante a amamentação. Como o tempo é curto, muitas mães aproveitam a hora da mamada para realizar outras tarefas: dormir, assistir à televisão e até resolver pendências por telefone. Mas é muito importante aproveitar o período do aleitamento para conversar com o bebê e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Vale conversar, cantar, contar histórias. Qualquer coisa para ajudar a mantê-lo acordadinho e manter um bom ritmo de sucção. Quarto lugar: Prender-se ao tempo de mamada. O bebê não é um relógio. Ele funciona na hora que quer. Portanto, nada de se prender em conselhos de amigas e avós sobre a duração de cada mamada. Não é de três em três horas ou de tantos minutos em cada peito. Como o leite materno é de fácil digestão, alguns bebês mamam com muita freqüência. O importante mesmo é deixar que o bebê “peça” a hora que quiser mamar, o bebê dita o ritmo: mama o tempo que quiser, no intervalo que necessitar. A mamada só termina quando ele solta espontaneamente o seio materno.

Amamentar com muita gente ao redor. Se a mãe se sente confortável em amamentar com outras pessoas ao redor, tudo bem. Mas se ficar incomodada ou preferir ter um momento mais íntimo com o bebê, especialmente no início, quando ambos estão se adaptando ao processo, não se acanhe em pedir licença e se “isolar” com a criança. O conforto e a tranqüilidade da mãe são essenciais para uma boa amamentação. Mais uma coisa que vale lembrar, muitas vezes, as fissuras nos seios acontecem por conta da pega incorreta do bebê no seio. “Quando pegam somente o mamilo, além de não extrair bem o leite, os bebês podem provocar rachaduras no peito da mãe”.

 

Deixar o bebê com a cabeça torta. A mãe deve observar se a cabeça e o corpo do bebê estão alinhados e apoiados, sempre com a cabeça voltada para a mama. Se a cabeça ficar torta, haverá incômodo para engolir. A posição mais comum é o abdômen da mãe em contato com o do bebê (“barriga com barriga”). O bumbum dele fica apoiado na mão da mãe e a cabeça, na dobra do braço dela.

Uma coisa que quase toda mãe faz, que é pressionar a cabeça do bebê contra o peito. O bebê se adapta naturalmente à pegada no seio da mãe. Faça somente um apoio e ele naturalmente se achega para abocanhar o seio.

Você não pode achar que o leite é “fraco” ou insuficiente. As mamas são preparadas para produzir o leite já no período de gestação. Após o nascimento, o próprio bebê estimula a produção por meio da sucção correta. Portanto, quanto mais o bebê mama, mais leite se produz. Nos primeiros meses de vida, tudo o que o bebê precisa está no leite materno. Não dê a ele chá, água, suco ou outro tipo de leite sem orientação médica.

Uma coisa que não se deve fazer é ficar alternando os seios a toda hora. É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo. Muitas vezes, o esvaziamento total da mama exige duas ou três mamadas no mesmo peito. Quando as mães alternam os dois seios em cada mamada, acabam por produzir excesso de leite. “Com a hiperprodução, o bebê pode ficar irritado e ganhar menos peso, pois não consegue chegar ao ‘final da sua alimentação.

Dar chupeta e mamadeira ao invés do peito. As chupetas ensinam o bebê a mascar. Durante a amamentação, ele pode machucar a mãe ou não conseguir retirar todo o leite que necessita, porque faz confusão ao abocanhar o mamilo.  A mamadeira também o habitua a outra forma de se alimentar. Além disso, o leite artificial demora a ser digerido, diminuindo o número de mamadas e fazendo reduzir a produção de leite. Usar cremes e loções nos seios, não são indicados. Para manter o peito sadio, o melhor é fazer uma leve pressão para saída do leite e passar o próprio líquido ao redor da aréola. O uso de pomadas e cremes só deve ser feito com orientação médica. Se a fissura for muito grande e dolorosa, suspende-se a amamentação na mama mais afetada por um período de 24 a 48 horas e coleta-se manualmente o leite até seu esgotamento, para evitar que o líquido empedre. Esquecer de se alimentar é uma coisa que as mães acabam fazendo. Apesar de a alimentação não ter relações diretas com o aumento ou diminuição na produção de leite, é importante fazer um aporte extra de 500 calorias a mais por dia. Voltar ao cigarro, a nicotina presente no cigarro continua a fazer mal para o bebê mesmo após o parto, pois a substância passa para o leite materno, assim como o álcool e outras drogas. Com isso, pode haver alterações no sistema nervoso central do bebê, com prejuízos para o seu desenvolvimento.

Desistir na primeira dificuldade? Dificuldades na amamentação são muito comuns, especialmente nos primeiros dias. Procure ajuda sempre que sentir necessidade.

 

 

Quem costuma prolongar por vontade própria à hora de serviço para no final do mês receber um pouquinho a mais ou trabalha naquelas empresas que te coloca em duas ou mais funções e para dar conta você precisa ficar mais do que o horário normal para poder conseguir terminar o serviço!  Seja qual for a sua situação, saiba que você tem riscos maiores de desenvolver problemas cardiovasculares.  Segundo os pesquisadores, um estudo de longo prazo mostrou que trabalhar mais de 11 horas por dia aumentou o risco de doença cardíaca em 67% em comparação com a jornada de trabalho padrão (de sete a oito horas por dia). A descoberta sugere que as informações de horários trabalhados, sejam usadas com outros fatores, como pressão alta, diabetes e tabagismo. Claro que há outros riscos de doença cardíaca ou se agem como um “marcador” de outros fatores que podem prejudicar a saúde do coração, assim como hábitos alimentares pouco saudáveis, sedentarismo ou depressão. Aquela historia de que trabalhar não mata ninguém, no fundo é mentira, mata sim!

Para quem trabalha onze ou mais horas diárias pode até levar um choque de saber isso, mas infelizmente é a realidade para quem trabalha dobrado. As doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVC) matam cerca de 17,1 milhões de vidas por ano. As pessoas que trabalham muitas horas devem ser particularmente cuidadosas em seguir uma alimentação saudável, fazer exercícios o suficiente e manter a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e de açúcar no sangue dentro de limites saudáveis.

É essencial que você tenha suas horas de lazer, sair com amigos e parentes, ir ao restaurante, jogar bola, fazer uma academia, ou o que seja que te de prazer e distração. Alimentar-se bem e descansar no horário de almoço, também é muito importante. Enfim não deixe que o trabalho tome conta da sua vida inteira, de todas suas horas e minutos. Saiba separar e seja feliz.

 

 

Quer mudar algo na sua vida? Então esta na hora de ter uma atitude!

Não basta dizer eu quero mudar. Para que essa vontade se realize, deve-se estabelecer como irá fazê-lo. Relação familiar, emprego, salário e amor, querem não quer mudar ou melhorar alguma dessas coisas citadas? Todos, não é mesmo. Ninguém consegue ser feliz 100%, sempre tem algo que não está legal. Ao mesmo tempo, é fácil cair na armadilha de colocar metas de mudança que não chegam  nunca, como um regime que se estende indefinidamente sem trazer resultados, ou o plano de mudar de emprego que fica sempre para o outro ano. Geralmente as metas são colocadas no dia primeiro de janeiro de todos os anos, e chegando a abril ou maio você pensa não consegui nada ou apenas um dos meus propósitos, e já esta na metade do ano. Saber o que fazer não é suficiente: o “como” é fundamental.

O que tem que mudar? Vamos lá, o primeiro passo é focar exatamente no que se quer mudar, seja em qual área quer mudar o que tem que fazer inicialmente é o básico, que é sair da “zona de conforto”. Isso implica num custo emocional enorme. Mudar siguinifica, mudar, que é assustador de certa forma. Por exigir esforço, coragem e dedicação, é necessário avaliar o quanto uma mudança é significativa e se ela vale todo o investimento. Mudar nunca é uma coisa agradável, mas geralmente acaba valendo a pena. Quando você perde peso, fica com o corpo deseja é uma mudança radical, e com isso sua cabeça muda bastante. De certa forma cada ganho é uma perda também. Às vezes você precisa muda r e quer, mas já acostumou tanto com a situação que não consegue agir para que isso aconteça, tanto no relacionamento, como no trabalho e assim por diante.

Tomar uma decisão é difícil, digamos que seja uma pré-contemplação, vamos dar um exemplo, você vai pular de bang jump muitos ao chegar lá em cima desistem, e os que tomam a decisão podem ate demorar, mas pulam! Ao pular você terá um momento intransferível e imcompartilhável. Otimismo e determinação, com uma dose de realismo ajudam e muito na definição do planejamento da mudança. Se a pessoa quer ter uma vida social mais ativa, pode se colocar pequenas tarefas: ligar para um amigo com quem faz tempo que não conversa convidar alguém para tomar um café. As pessoas perdem de vista que as decisões têm um custo e levam tempo para dar retorno. Você quer um mega emprego, mas não quer fazer o curso de inglês. Ir fazendo as pequenas coisas sem ter a gratificação imediata é fundamental. A vida é aos poucos, é preciso ter paciência.

Por que algumas pessoas conseguem abraçar um objetivo e cumpri-lo de pronto, enquanto outros empacam no meio do caminho? Cada um tem uma estrutura psíquica diferente. Tem gente que se dá muito bem fazendo pesquisas num assunto e se preparando para a mudança. Outras precisam de um infarto para mudar de vida. A vivência traumática funciona para uns, assim como outros têm infarto e continuam fumando, bebendo e ingerindo gordura. Nos casos de pessoas que não conseguem avançar nos seus projetos de mudança, vários recursos pode trazer melhoras, de auto-ajuda a terapia. Quando você não tem o equipamento psíquico disponível, você utiliza ferramentas. Terapia é uma delas, mas não a única que pode ajudar.” Ela alerta também que não existe mágica: 10% é vontade de mudar, os outros 90% , puro esforço.

 

Quer coisa melhor do que essa? É quase impossível achar que não goste de beijar na boca não é mesmo? Existem até mesmo grandes variedades de musicas sobre como é bom beijar e a vontade que a pessoa tem de querer esse ato. Quem não beijou no ultimo carnaval? Acredito que todos, não é mesmo?  Mas antes de sair por aí distribuindo beijos, no entanto, é bom saber que, ao contrário do que se pensa, esse não é um carinho assim tão livre de conseqüências. Beijar além de ser ótimo movimenta mais de 25 músculos e queima aproximadamente12 calorias. Mas claro que tem a parte ruim também, quando duas pessoas se beijam elas trocam em media 250 bactérias, podendo transmitir ou contrair doenças perigosas como a gripe H1N1 (gripe suína falando popularmente).  Além disso, a combinação de vários dias sem descanso adequado, debaixo de sol intenso, sem hidratação e alimentação equilibradas diminui a imunidade do corpo e a pessoa fica mais suscetível a doenças. Veja a seguir algumas coisas que podem ou não pegar através do beijo.

Doenças que pegam: Meningite, através do beijo a suas chances de pegar essa doença é quadriplicada, é uma doença seria pois pode ser fatal, os sintomas são febre, dor de cabeça, vômitos, diarréia e rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas. Outra doença que pode se pegar é a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”, o vírus se chama Epstein-BArr, nem sempre a pessoa tem sintomas, mas quando aparece são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios. Esse vírus pode demorar para aparecer entre 30 a 45 dias, e não tem cura para ele, você terá pelo resto da vida. A famosa Herpes, mesmo que a pessoa não esteja com aquela ferida na boca, ela pode conter o vírus da doença, podendo assim transmiti-lo para você. Assim como a mononucleose, a herpes não tem cura, a partir da hora que você pegar, não terá mais cura, ela fica “embutida” saindo em formas de feridas na boca de vez em quando. Pode demorar a aparecer anos depois da contaminação. Geralmente aparecem quando esta com a imunidade baixa. Cárie, podem acreditar. Se caso a pessoa não der a devida atenção na higiene bucal, pode transmitir no beijo. Por isso capriche sempre na escovação e no uso de fio dental. A sífilis pode ser transmitida através do beijo, a forma mais comum é através do ato sexual, mas se caso a pessoa infectada tiver com uma ferida na boca, pode passar através do beijo também. Pode levar ate uma semana para o contagio aparecer na pessoa que foi infectada.

Doenças que não pegam através do beijo: A AIDS, caso você tenha ou descobre que beijou alguém que é soro positivo, não se preocupe, você não ira se contaminas, muito menos se comer no mesmo garfo ou usar o mesmo sabonete e etc. A AIDS pega apenas em casos sexuais desprevenidos. A hepatite C também não é considerada como uma doença transmissora através do beijo. Pega-se apenas através de contato direto com sangue da pessoa contaminada ou em relações sexuais sem camisinha. Pode levar ate dez anos para se manifestar, o vírus é conhecido como HCV.

 

O anticoncepcional não é simplesmente um remédio que todas e qualquer mulher possa tomar, existem restrições, para muitas mulheres as pílulas fazem mal, dão reações e algumas nem mesmo podem tomar por essas e outras circunstâncias. Algumas condições de saúde exigem contracepção diferenciada. Veja algumas orientações de especialistas. As pílulas anticoncepcionais já estão incorporadas à rotina feminina, mas as mulheres que convivem com a obesidade, a hipertensão, o diabetes e o fumo precisam de cuidados diferenciados para escolher o contraceptivo que evita a gravidez.

É fato que a primeira orientação de qualquer médico para as pacientes que estão acima do peso, com a pressão arterial desregulada ou ainda têm o hábito do tabagismo é pare de fumar, emagreça e controle a hipertensão. Mas os ginecologistas sabem que uma grande parte delas não consegue abandonar estes “vícios” de risco durante o processo de escolha e também da necessidade de tomar a pílula.

Os hormônios existentes em alguns anticoncepcionais podem agravar as doenças pré-existentes na mulher, provocando outras doenças ligadas à circulação como trombose, infarto e AVC. Em outras circunstâncias, como em mulheres com excesso de gordura, as pílulas têm o efeito reduzido.

Um grande erro é que algumas escolhem o anticoncepcional sem o aval médico, é muito perigoso, vão às farmácias e compram uma pílula que pode não ser a mais conveniente e até perigosa para elas. Para quem fuma o cuidado e a atenção deve ser ainda maior.

Por estas interferências individuais, a escolha do anticoncepcional é muito particular e precisa ser discutida entre o ginecologista e a paciente. Outra recomendação feita pela médica é: de tempos em tempos, o método contraceptivo escolhido precisa ser revisto. Isso porque, com o passar dos anos, a mulher pode ganhar peso ou desenvolver hipertensão e diabetes, o que exige a mudança dos contraceptivos.

Agora que vocês já sabem um pouco sobre o assunto, procure um especialista caso não esteja regularizada com sua ginecologista. E cuide bem da sua saúde.

 

O ronco crônico pode ser mais do que simplesmente um barulho chato para quem esta ao lado. Até 75% dos roncadores também sofrem de apnéia do sono, que causa interrupções na respiração ao longo da noite. A apnéia eleva o risco de doenças cardíacas, derrames e hipertensão, problema que já afeta metade da população brasileira com mais de 55 anos.

Os que buscam por uma cura são freqüentemente aconselhados a dormir de lado, e não de barriga para cima, de forma que a base da língua não se desloque para o fundo da garganta, estreitando as vias aéreas e obstruindo a respiração. Para algumas pessoas, porém, alterar a posição de dormir pode não fazer tanta diferença.

Existem dois tipos de roncadores: os que roncam apenas quando dormem de barriga para cima e os que roncam em qualquer posição. O peso tem um papel importante também, os obesos geralmente têm um sono pior e mais fadiga durante o dia, já os magros dormem melhor, ronca menos e tem o dia mais proveitoso. Quando essa pessoa perde peso, ela tem uma melhora no quadro da apnéia, e automaticamente melhora o sono e acaba com os roncos, ou pelo menos diminui.

Concluindo: dormir de lado pode ajudar a diminuir os roncos, mas pessoas com sobrepeso não verão grande diferença se não emagrecerem.

Em outros casos o problema do ronco pode ser por causa dos dentes. O barulho é provocado quando tem espaço reduzido para a passagem de ar nas vias respiratórias, quem tem o queixo pequeno (ou para dentro0 tende a roncar. O barulho acontece porque a musculatura da garganta durante o sono fica relaxada, daí o ar passa com força no palato mole (campainha) e o faz vibrar com uma intensidade maior.

Contornar o problema é possível, mas requer o uso de um aparelho dentário móvel durante o sono. O aparato elimina o sintoma, mas não corrige as desarmonias da face. Não é um tratamento provisório, mas um aparelho que elimina o barulho corrige o sintoma e deve ser usado todas as noites. Sem ele, o paciente volta a roncar. Outra forma mais agressiva e permanente, é o procedimento cirúrgico. Para isso, é necessário identificar o local da obstrução da via área (nariz ou garganta) e corrigi-la. O uso de aparelhos ortodônticos é uma alternativa de prevenção eficaz, principalmente em crianças. Nelas, o resultado é ainda mais eficiente, a melhora é de 70%.

Os homens são os maiores roncadores, porém a  mulher quando entra na menopausa tem tendência a roncar. Pois é o período no organismo da mulher que ocorre uma substituição de tecido muscular por gorduroso, que acontece também na garganta, obstruindo a passagem do ar. É uma mudança hormonal, fisiológica. Aumenta o diâmetro do pescoço, a gordura acumulada fecha o espaço da garganta e é preciso respirar com mais força, fazendo vibrar e roncar mais.

 



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